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O que acontece se você não pagar o empréstimo pessoal

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O empréstimo pessoal é uma linha de crédito muito procurada, sendo contratada por muitas pessoas em bancos, financeiras e lojas de diferentes categorias. Quem contrata esse crédito assina um contrato e assume um compromisso de pagar as parcelas mensalmente, devolvendo o valor que foi emprestado com o acréscimo de juros.

No entanto, várias coisas podem acontecer e impedir que o contratante realize o pagamento da dívida em determinado mês, causando um problema que, se não for tratado rapidamente, pode se tornar uma grande bola de neve.

As consequências do não pagamento do empréstimo pessoal não são muito agradáveis e podem comprometer alguns planos, como financiar um carro ou uma casa. Confira agora cinco coisas que podem acontecer com quem deixa de pagar as parcelas do empréstimo pessoal.

1. Nome sujo

Quem deixa de efetuar o pagamento das parcelas do empréstimo corre grande risco de ficar com o nome sujo. Nesta situação, a empresa credora pode avisar aos órgãos protetores de crédito, como a Serasa e o SPC, sobre a pendência financeira existente. Assim, o tomador do crédito é notificado e recebe um prazo para pagar o valor devido.

O não pagamento neste prazo acarreta na negativação do nome, o que cria dificuldades e até o impedimento de fazer um financiamento ou um cartão de crédito, por exemplo. Consulte o seu CPF grátis e saiba se há débitos em seu nome.

2. Dificuldade em pegar outros créditos

Uma vez que o tomador fica com o nome sujo, ele tem dificuldades para pegar outros tipos de crédito, como um financiamento ou cartão de crédito. Ele até consegue pegar um empréstimo pessoal com empresas que comercializam este crédito para negativados, no entanto, pagará uma taxa de juros muito alta, tendo que pagar um valor muito maior do que pegou emprestado.

Essa dificuldade existe porque, no processo de liberação de crédito, as empresas credoras fazem uma análise de crédito com o CPF do interessado. Caso a restrição no nome seja indicada, o cliente é visto como um mau pagador, representando um risco de inadimplência para a empresa. Assim, ela tem o direito de negar a aprovação do empréstimo, financiamento ou outras modalidades de crédito, evitando levar um calote.

3. Perda do controle da dívida

O empréstimo pessoal, assim como as demais linhas de crédito comercializadas por bancos e financeiras, sofre a incidência de juros, o que faz com que o saldo devedor seja um pouco maior do que o valor que foi emprestado.

No caso de atraso no pagamento da dívida, os juros não param de rodar, fazendo com que o valor que deve ser pago se multiplique rapidamente. Assim, quanto mais tempo se leva para quitar o débito, maior ele fica, e mais difícil fica acabar com a dívida.

Se você teve dificuldades para pagar uma parcela do empréstimo, faça um planejamento financeiro, descubra quanto você pode pagar por mês para renegociar com o banco e resolver esta situação antes que ela fique pior.

4. Histórico ruim com o banco

Quando você deve para o banco, isso fica registrado. Mesmo que você renegocie e pague a dívida, o fato de que você ficou inadimplente por um período ainda é apontado quando você pede crédito novamente com a mesma instituição financeira.

Deste modo, o banco pode negar a concessão de alguma linha de crédito mesmo que você esteja com o nome limpo, pois verá nos seus registros que já houve inadimplência.

5. Cobranças

Além de tudo isso, a empresa credora ainda tem o direito de cobrar o devedor pelo pagamento da dívida. Algumas vezes, ela pode vender a dívida para uma empresa especializada em cobranças, que faz diversas ligações durante o dia para pressionar o devedor a efetuar o pagamento.

Portanto, além de ficar com o nome sujo e sofrer as consequências da negativação, o tomador do empréstimo ainda recebe muitas ligações de cobrança várias vezes ao dia, que ultrapassam todos os limites e geram muito incômodo.

Como negociar

A melhor coisa a se fazer quando há um imprevisto que impossibilita o pagamento da parcela do empréstimo pessoal é entrar em contato com o banco e tentar renegociar a dívida o quanto antes. Desta forma, você impede que a dívida cresça e se organiza financeiramente, evitando que o seu nome fique sujo e que você tenha dificuldades com o banco quando precisar de um novo empréstimo ou linha de crédito.

Antes de conversar com o seu gerente ou com o atendimento do banco, faça um planejamento e saiba quanto você pode pagar por mês para quitar a dívida. Esse planejamento é fundamental para que você não se embole com uma nova dívida e piore a sua situação.

Sabendo quanto você pode desembolsar por mês, converse com o banco e busque uma solução que favoreça os dois lados envolvidos. Não aceite qualquer oferta, pois isso pode acarretar em novas dívidas. Analise com cuidado as propostas que receber e, por fim, se esforce para não ficar inadimplente de novo.

Contrate o empréstimo pessoal online

Algumas empresas oferecem a contratação de empréstimo pessoal totalmente online. A KeroGrana é uma delas, com taxas de juros que começam em 2,97% ao mês. Como todo o processo de contratação é feito online, os documentos devem ser enviados digitalmente, seja fotografados ou digitalizados, em boa qualidade e sem partes cortadas ou ilegíveis. São eles:

  • RG ou CNH;
  • Comprovante de renda;
  • Comprovante de residência (conta de água, luz, telefone, gás ou fatura do cartão de crédito em seu nome).

Também é preciso tirar uma selfie no momento de solicitação para comprovar sua identidade, e assinar um contrato digital ao fechar negócio.

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